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Mídias digitais e anúncios inteligentes

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Saber ao certo se as campanhas de marketing estão impactando o público correto e se isso está trazendo resultados para a marca ou empresa é um grande desafio para profissionais de comunicação e anunciantes. Com a mídia off-line, em partes, isso pode se tornar possível. Mas, os mecanismos são complexos e caros, o que muitas vezes se tornam inviáveis e desestimulantes.

Agora, imagine esse cenário: você lança uma campanha em outdoors, entretanto, apenas as pessoas que apresentam o mesmo perfil demográfico e psicográfico de seus clientes dos últimos seis meses serão impactadas por essa propaganda. E o melhor, você pagará apenas pelas pessoas atingidas e não por toda a massa. Se pensarmos nos anúncios impressos, comerciais televisivos e outdoors, isso ainda é utopia, mas para a mídia digital já é realidade. Assim, as mensagens podem ser mais personalizadas e, claro, tudo mensurado diariamente. Confira algumas possibilidades de segmentação:

  • Por listas de e-mails: Facebook e Twitter conseguem propagar os anúncios apenas para as pessoas com os endereços eletrônicos pré-determinados e que possuem perfil em suas redes. Essa seleção pode ser feita a partir de diferentes objetivos, como os clientes que mais compraram um determinado produto e/ou serviço; os que consomem apenas nos períodos de liquidação; leads que mais converteram em uma base de inbound marketing (marketing de atração), entre outras estratégias;
  • Por públicos semelhantes: por meio de uma lista de e-mails de clientes ou pixels de conversão em uma página do site da empresa, o Facebook identifica consumidores com o perfil semelhante desses atuais compradores, ou seja, os anúncios serão veiculados para um novo público, mas, que sejam da mesma região, ou que tenham interesses, hobbies, comportamentos e hábitos semelhantes. Isso é conhecido como “Lookalike”;
  • Por audiência televisiva: o Twitter traz uma possibilidade muito interessante para os anunciantes desse tipo de mídia. É possível propagar os anúncios para os telespectadores de um determinado programa e/ou emissora, fortalecendo a experiência entre TV e outros dispositivos, possibilitando estratégias mais precisas de crossmedia ou transmídia. Assim, enquanto assistem ao comercial, as pessoas poderão ser impactadas no Twitter por uma propaganda que convida a acessar um site ou estimula o download de um aplicativo, por exemplo;
  • Por visitantes ao site: também conhecida como remarketing, essa estratégia de segmentação possibilita a propagação de anúncios apenas para as pessoas que acessaram o site da empresa. Assim, ao navegar pela página de um produto, por exemplo, uma pessoa poderá ser impactada pela propaganda dele em outra mídia social. Google Adwords e FacebookAds possibilitam esse tipo de segmentação.

A mídia off-line ainda traz resultados expressivos para determinadas marcas, entretanto, a digital tem evoluído rapidamente em formatos, segmentações e formas de veiculação cada vez mais inteligentes. Assim, estar antenado com essas novidades possibilita gerar conexões verdadeiras entre pessoas e marcas por meio de experiências personalizadas, alcançando também resultados ainda mais eficientes.

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